domingo, 24 de julho de 2011

o escrever 7



quando você escreve uma história, cuidar da vida e de outras coisas se torna tarefa árdua. 

o impossível beira.


ítalo.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

cartas


"A correspondência em si mesma já é uma forma de utopia. Escrever uma carta é mandar uma mensagem para o futuro; falar a partir do presente com um destinatário que não se encontra ali, que não se sabe como estará (em que estado de espírito, com quem) enquanto lhe escrevemos e, principalmente, depois: ao ler-nos. A correspondência é a forma utópica da conversa, porque anula o presente e faz do futuro o único lugar possível do diálogo". 

(Ricardo Piglia, “Respiração Artificial”)

ítalo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

o escrever 6

intitulado por mim: "que porra é essa?"

"Que tipo de mistério é esse, que faz com que o desejo de contar histórias se transforme numa paixão e que um ser humano seja capaz de morrer por essa paixão, morrer de fome de frio ou do que for desde que seja capaz de fazer uma coisa que, afinal, não serve para nada?"

(Gabriel García Márquez)

matéria da revista bravo de julho. aqui

í.ta**

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vamos deixar que os lobos falem

Antes, o medo. Aquele que assusta, que trapaceia, que está lá para mostrar o que não deve ser feito. O mau exemplo do personagem que engana uma criança – ou tenta – ou que vai à caça de carne suína. É o lobo de “Chapeuzinho Vermelho”, conto de fadas escrito por Charles Perrout, e é o lobo de “Os três porquinhos”, escrito por Joseph Jacobs. O lobo presente nos contos de fadas mais clássicos, o malvado.
            Agora – nesse mundo contemporâneo e pós-moderno – ele, o lobo, não vem para representar nada. Vem para se apresentar. Ou para apresentar a sua versão das histórias em que ele aparece. É o lobo de “A verdadeira história de Chapeuzinho Vermelho”, escrito por Agnese Baruzzi e Sandro Natalini, e é o lobo de outra verdadeira história, “A verdadeira história dos três porquinhos”, escrito por Jon Scieszka, com ilustrações de Lane Smith.

terça-feira, 5 de julho de 2011

diálogo



- gosto das frases. mais do que isso. gosto da incompletude das frases.
- eu gosto da incompletude de viver mesmo.


ítalo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011