quinta-feira, 10 de abril de 2008

o novo "rebento"

Os filhos aos poucos vão crescendo e se desenvolvendo...

Novo como sou, tenho como filhos meus ainda poucos textos publicados. E hoje pude sentir a emoção de mais um nascimento, após dolorida gestação.

Meu artigo "O modernismo português e Fernando Pessoa" está presente na 9° edição da RevistaMafuá. O link para acessar o texto é este: http://www.nupill.org/mafua/index.php?option=com_content&task=view&id=18&Itemid=37

flores e tomates após a leitura do mesmo,
por favor,
à vontade.

Í.ta**

5 comentários:

Adri.n disse...

Eu deveria estar lá pelos 13 anos quando li o primeiro excerto de Pessoa que definiria todo o meu ser:
”Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo”
.Quando enfim descobri que era “Tabacaria” não vi mais nada no restante do poema. com me disseram um dia, para mim o poema era aquilo, bastava.
Alguns anos mais tarde conheci alguém sentia-se tanto Pessoa que o receitava a todo instante e voltei me apaixonar por Pessoa e invejar meu amigo, nunca consegui memorizar os poemas que tanto me tocavam e sempre tive de voltar aos inscritos.

“Há metafísica bastante em não pensar em nada”. O que meus alunos diriam ao eu lhe explicasse minha devoção por este excerto? Não é por descrever ou sugerir o processo cientifica, mas por criticar... Num Mundo tão corrido e que nos é exigido tanto temos que nos lembrar destas linhas: “Há metafísica bastante em não pensar em nada”. Pessoa tem muito as nos dizer... tanto que revive em outras obras como “O Ano da morte de Ricardo Reis” em que Reis e um Pessoa já morto conversam sobre o que eles foram. Mestre Saramago os transforma em ficção para revivê-los como ninguém...
Quem já não se sentiu um “poeta fingidor” ao criar ficção?

Quando crio um conto sinto-me como Pessoa, enquanto escrevo finjo, mas sinto.
E se me permite ser sincera quanto ao seu rebento, gosto de ler o que você escreve, sabe encantar, no entanto senti um pouco falta disso nesse seu artigo. Ainda assim gostei muito!

Suzana Mafra disse...

Nem sabia sobre Antônio e Nogueira (árvore), também omito em meu nome o (da Silva).

Ítalo, de tudo que li teu, este é o melhor, não senti falta de nada, me banqueteei, por favor, me envie o artigo para que eu o imprima (para ler sob uma frondosa nogueira).

Mantenho a velha opinião sobre a foto.

Mantenho a velha opinião: as amizades virtuais valem tanto quanto as reais (um sentir complementa o outro).

Abraço e bom domingo.

Daniela Milagres disse...

Bom dia...

Belas letras! Harmonia entre as palavras... Te adicionei aqui no meu blog.

Namastê!

Regina disse...

Mando uns tomatinhos-cereja por sedex, só pra arreliar.
bj

Rubens da Cunha disse...

Parabéns, falta-me o "my precious, my precious" tempo para ler texto de tanto fôlego.
Vou suzanar e imprimir para ler no papel :))

abraços