sábado, 15 de março de 2008

O mundo que transborda de si II


Meu texto sobre o livro "Aço e nada", do Rubens, foi publicado na edição de março da revista de literatura e arte GerminaLiteratura.

Segue o link para o texto http://www.germinaliteratura.com.br/2008/livros_olharesatentos_por_ipuccini.htm
Esta versão é mais abrangente da publicada no caderno Idéias do AN, mês passado.

Í.ta**

6 comentários:

Anônimo disse...

Fui até Germina Ítalo, e vi a matéria de sua autoria (sobre a obra "Aço e Nada" do Rubens) agora com o texto na versão integral.
Parabéns!!!
Germina é uma revista muito bem elaborada e com um público leitor selecionado. Bj da Fatima.
P.S.: Ítalo, há um pequenino conto meu, semi-erótico, publicado lá. É "O filho da santa" que na verdade é filho da outra...
http://www.germinaliteratura.com.br/fmichels.htm

Lorreine Beatrice disse...

Ítalo,
Como você está? Vi sua visita no despretensioso Pequenas Conversas.
Admiro o trabalho do Rubens e ainda não conheço o novo livro. Pelas suas palavras, fiquei ainda mais curiosa para conhecê-lo.
Abraços e tudo de bom.

Ilaine disse...

Ítalo!

Seu texto é um convite para ler o Rubens. Parabés!

Abraço

Ilaine disse...

Eu quis dizer: PARABÉNS!

Volto sempre.
Fique bem.

Ilaine disse...

Oi, Ítalo!

Olha, deixei lá no baú um coment para você... Confesso, eu achei que estava postando aqui.

Obrigada pelas sugestões de leitura. Vou procurar agora - Estante livresca.


Abraço

Adri.n disse...

Lá estava eu em mais uma olhadinha na sebus (como se já não estivesse duelando com minhas responsabilidades para ler dois livros, querendo lê-los ao mesmo tempo) quando deparei-me com um livro que pareceu-me conhecido, ao abri-lo recordei me de sua critica: Aço e nada. Adorei o conto que li e o trouxe para casa, então aqui estou eu novamente para reler suas impressões e confronta-las com as minhas. Caso lhe agrade (e se não, peço desculpas por me ater demais) registro aqui minhas primeiras impressões: É como se ele falasse de uma esquina qualquer, bem próxima a mim, enquanto a maioria dos livros falam de lugares que nunca vi, me senti verdadeiramente em casa, reconhecendo alguns personagens das paisagens de meu cotidiano. Li alguns contos à espera do ônibus e desejei estar à sombra de alguma árvore frondosa, longe de tudo. Acho que vou seguir este conselho daqui para frente... E fiquei feliz, por muito tempo tentei mecanizar-me (depois de ler o conto consegui me perceber e refleti sobre essa idéia) ainda bem que fui fraca e não consegui. : p